quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Saia

Fique aí, experimente a nova roupa da nudez total. Case-se consigo, bodas de autoafirmação e ócio. Começa em um novembro escorrido, aqui e acolá sambam, bebem, sorriem. Ali a chuva assola, derruba as margens, destroi mais de quinze lares. E lá longe não vai ter carnaval. Pressa total. Reconstruir.

E a América católica? Cada vez mais Pachamama, será mesmo? Não te desoriente, menina. Firme nas convicções, desejosa de dias melhores. Cozinhe e reencante o mundo. A burocrata rebelde já se foi. Causas justas, persista! Amém!