terça-feira, 24 de março de 2015

-->
Mundo complexo que atormenta e fascina, contrafazendo tudo que somos. Deixamos de ser superposições identitárias para tornarmo-nos seres existentes. Não sou jogador & mitômano,  sou apenas.

Permita o aparte construtor do século XXI. Somos coisas-máquinas engendrando o nada. Expor. Exponenciais variáveis flutuantes no sistema-mundo. Somos o que pensamos ser - não somos nada. Arremedo de conversa, monólogo surdo do interior, ainda há espaço para o outro arriscar-se. A publicidade não existe sem a coisa humana assistindo. Só existe o que toco, vejo, respiro. Se não digiro, inexiste. Haverá devires possíveis na existência líquida?