Mundo complexo que atormenta e fascina, contrafazendo tudo
que somos. Deixamos de ser superposições identitárias para tornarmo-nos seres
existentes. Não sou jogador & mitômano,
sou apenas.
Permita o aparte construtor do século XXI. Somos
coisas-máquinas engendrando o nada. Expor. Exponenciais variáveis flutuantes no
sistema-mundo. Somos o que pensamos ser - não somos nada. Arremedo de conversa,
monólogo surdo do interior, ainda há espaço para o outro arriscar-se. A
publicidade não existe sem a coisa humana assistindo. Só existe o que toco,
vejo, respiro. Se não digiro, inexiste. Haverá devires possíveis na existência líquida?