Quando chove em mim fico louca Quero cantar entre muros frouxos lentamente Quando couber enfim muitas frágeis línguas Quase como empáfia mentirosa falando loucuras Que carregando entulhos mostra franca leveza
Chove chuvinha de nada Não te escuto dormindo à toa Nem te quero tamborilando Assim, aqui Perto de mim