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Das Andorinhas

Textos por aí nas suas literaturinhas voadoras.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Da espera

Espera o tempo que vem, e alcança tudo que cai.

Namorada dos olhos teus, de um sem-nome que arde. Quanto mais sinto essa ausência passageira dos dias azuis. Será mesmo que está tudo tão certo? Sem fim de mim, de ti, da tarde que vai. Roxo, rosa, laranja de todo espectro dos olhos nossos. E tu não vens.

Hoje, nem amanhã. Ai de mim.


às 12:57
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