sexta-feira, 7 de março de 2008
Em dias sonoros (II)
No espaço exíguo, aquele mar de pés molhados a espremerem-se junto à novíssima manchete. Não tinha espaço nem pra você, nem pra mim, mesmo solícitos, não éramos presentes ali. Definitivamente não éramos os presentes daquela madrugada/manhã semi-consciente. Talvez um pouco menos de pressa, ou de paciência, como poderíamos pensar além de nós? A queda foi anunciada, foi replicada, foi cancelada, foi dada como incerta, e a culpa ronda agora naquele barulho sonolento, em dois roncos insones. Adormecemos antes, e tu nos acorda sempre agora. Todas as noites, antes do amanhecer.
às
22:20
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