quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Rapazes do Fundo

Saíram mudando suas coragens, deixaram suas impaciências no quintal, adentraram despidos de anterioridades catastróficas. Eram só dois. Em um. E aos contatos sentiam sono, e pediam por seus dias programados, libertavam-se das mães. O lixo retornava a origem, reprocessado, repassado, dividindo a culpa de existir podre e cheirar mal.

Não queriam assim, queriam sublime, mereciam. Os ídolos de pés macios calam quando não soam tão alegres, e os meninos subiram as escadas ansiando pela vista livre, pelos dias azuis e gordos. Foram viver com treze meses de amor e, lindo é ainda na maturidade da aliança.