quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Alegrices

O sol vem, cobre-nos, despe-nos, inunda-nos, instiga a nós.
E é bom, e contra a arte mórbida se ergue a felicidarte.
Bela, fecunda, suave, delicadeza de contatos.
Alegremente se escreve nas infinitudes do mágico.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Até o fim

"Mamãe contou que eu faço um bruto sucesso em Quixeramobim"

E acreditamos, né? Mas absolutamente não é de todo mal, mas a consciência da falibilidade é mais útil que a pretensão de seu contrário. E de fato ainda não conhecemos o Ceará, mas toda Olegário Pereira ufana o sucesso alheio...

E ela compra os livros que quero ler, e me derreto nas molduras que verei, e me permito o atraso, e as quinze horas de aguardo hão de ser recompensadas, posto que inicialmente 90. Ou oitenta e nove, que seja. E seguimos, sós em busca do complemento. Será?

E escrevo "e" a todo instante. E gosto. E penso que se torna uma pausa num texto que já não é fluido, mas ainda sim sigo errando.

Sutilezas.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Da Modernidade Líquida

Oscilamos, cambaleamos, abrimo-nos para o novo numa tentativa vã de não vincularmo-nos à imediata construção própria de nossa personalidade. E entre Bauman e Os Garotos de Ouro, a República brasileira se constrói no seio da família multi(inter?)cultural.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Cícero na veia

E é como se tudo ficasse azul e rosa, o entardecer se estende ad infinitum só pro meu deleite. E a amizade é o amor que glorifica a virtude, e a liberalidade, e é tudo tão lindo que vai durar tanto quanto o entardecer.

domingo, 11 de novembro de 2007

Livre

A suave coisa nenhuma aconteceu no aglomerado humano.

Multicoloridos andavam sorrindo, dançando e cantando.

São Pedro abençoou o domingo desse pessoal ilumina(n)do.

E de São Pedro só graças, e gracinhas, e gracejos mil.